segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

OBRIGADA ROSINHA.....ACHO QUE SOU MENINA MÁ,ESPANTANDO PAPAI NOEL DESDE FIQUEI SÓ.FAZ PARTE

Agora que o Natal já passou, vou confessar um segredo; não vou com a cara do Papai Noel...Como outras entidades ele incorpora um tremendo Super Ego...Só ganha presente a criança boazinha!.O perigo é a criança que permanece em nós continuar acreditando nisso! Se atualiza Papai Noel! Um pouco de maldade, na medida certa é claro, não é pecado não; é mecanismo de defesa neste mundo moderno e maluco dos adultos....
Sou a última geração de meninas boazinhas, mas ainda tivemos tempo, um pouco tarde é verdade, de aprender que "as meninas boazinhas vão para o paraíso e a más a todos os lugares". Difícil são as recaídas....quando voltamos a acreditar no Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e nos adultos bonzinhos......
Bom dia a todos e em especial às meninas más que aprenderam bem a lição!!!!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

POR HOJE,A DOR VENCEU.....

APÓS PASSAR O DIA MAIS IMPORTANTE DA FÉ CRISTà SÓZINHA,NÃO PELA CIRCUNSTÂNCIAS QUE SERIA NORMAL E JÁ ATÉ SABIA,MAS PELA ESCOLHA DE QUEM SE NEGOU A PASSAR COMIGO E ME DAR AO MENOS UM BEIJO OU UM ALÔ PELO TELEFONE.
O DIA FOI SOFRIDO DEMAIS,MAS TIVE A OPORYUNIDADE DE REFLETIR MUITO E AGRADECER A DEUS PELOS MOMENTOS BONS JÁ VIVIDOS,PELA FILHA QUE ELE COLOCOU EM MEUS BRAÇOS,PELO GENRO ,PELOS NETOS ,PELA SAÚDE,PELOS AMIGOS,PELA MORADIA E ATÉ PELAS ADVERSIDADESQUE SÃOELAS QUE NOS FAZEM CRESCER.
APÓS PASSAR ESSE DIATBÉM NÃO DORMI QUASE NADA E TIVE TREMENDAS DORES,ATÉ QUE NUMZ CERTA HORA, NÃO SUPORTANDO MAIS A DOR,A ANGÚSTIA,TOMEI UM REMEDINHO E ACORDEI SOMENTE HOJE.
APESAR DE TER INÚMEROS COMPROMISSOS,A DOR PELA INDIFERENÇA,PELO DESPREZO ,QUE É UMA DAS PIORES DORES QUE JÁ SENTI,HOJE,AGORA,CONFESSO QUE ELA VENCEU. ESTÁ INSUPORTÁVEL FICAR ACORDADA COM ESSE MONSTRO DA SOLIDÃO DENTRO DEMIM.
QUEM PUDERE QUISER ENTENDER ,BEM.QUEM NÃO TEM SENSIBILIDADE NOCORAÇÃO  OU MESMO QUEM LE ESSE DESABAFO E QUE SE REGOZIJA,TENHO MAIS PENA DE VC QUE DE QUALQUER OUTRO SERHUMANO,PORTANTO,NÃO COMO COVARDE,MAS COMO UMA FRUTA MADURA QUE NÃO SUPORTA MAIS SEU PESO E CÁI.
FUI.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

POR QUE TUDO NESTA VIDA ACABA?


  • Por que tudo nesta vida acaba?

    Acho que você já perguntou por que tudo nesta vida é precário. A cada dia é preciso renovar uma série de procedimentos: dormir, tomar banho, alimentar-nos, renovar o desodorante vencido, a roupa suja, etc.. Tudo é precário, nada é duradouro, tudo deve ser repetido. A própria manutenção da vida depende do bater interminável do coração e do respirar contínuo dos pulmões. Todo o organismo repete sem cessar suas operações para a vida se manter. Tudo é transitório; nada eterno. Toda criança se tornará um dia adulta e, depois, idosa. Toda flor que se abre logo estará murcha, Todo dia que nasce logo se esvai... e assim tudo passa, tudo é transitório, Por que será? Qual a razão de nada ser duradouro? Compra-se uma camisa nova, e logo já está surrada; compra-se um carro novo, e logo ele estará bastante rodado e vencido por novos modelos...

    Na verdade Deus dispôs tudo de modo que nada fosse sem fim aqui nesta vida. Por amor e bondade. Qual seria o desígnio de Deus nisso?

    A razão profunda dessa realidade e que Deus nos quer dizer que esta vida é apenas uma “passagem”, um aperfeiçoamento, em busca de uma vida duradoura, eterna, perene, muito melhor, onde a felicidade não se acaba e não diminui. O Céu! O Pai quer dar ao filho o que tem de melhor.

    Em cada flor que murcha e em cada homem que falece, sinto Deus nos dizer: "Não se prendam a esta vida transitória. Preparem-se para aquela que é eterna, muito melhor, onde tudo será duradouro, e nada precisará ser renovado dia a dia. Não haverá mais choro e nem lágrimas".

    E isto mostra-nos também que a vida está em nós, mas não é nossa. Quando vemos uma bela rosa murchar, é como se ela estivesse nos dizendo que a beleza está nela, mas não lhe pertence. Quando vemos uma bela mulher envelhecer, é como se dissesse, a beleza está em mim, mas não me pertence... Não adianta querermos construir o céu aqui nesta terra. A matéria não é Deus; ela foi criada; e tudo que foi criado um dia se acaba.

    Ainda assim, mesmo com essa lição permanente que Deus nos dá, muitos de nós somos levados a viver como aquele homem rico da parábola narrada por Jesus, que abarrotou seus celeiros de víveres e disse à sua alma: "Descansa, come, bebe e regala-te" (Lc 12,19). Insensato!

    A efemeridade das coisas nos ensina que aquilo que não passa, que não se esvai, que não morre, é aquilo de bom que fazemos para nós mesmos e, principalmente, para os outros. Os talentos multiplicados no dia-a-dia, a perfeição da alma buscada na longa caminhada de uma vida de meditação, de oração, de piedade, essas são as coisas que não passam, que o vento do tempo não leva e que, finalmente, nos abrirão as portas da vida eterna e definitiva, quando "Deus será tudo em todos" (cf. I Cor 15,28).

    Aqueles que não creem na eternidade jamais se conformarão com a precariedade desta vida terrena, pois sempre sonharão com a construção do céu nesta terra. Isso é impossível. Só com os olhos no céu podemos viver bem na terra.

    (Do livro ENTRAI PELA PORTA ESTREITA,http://goo.gl/NOktlG)

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

OS TRÊS CEDROS.......


Esse pequeno conto me emociona sempre. Compartilho com vocês o desejo de que a Sagrada Família se junte à sua família sagrada. LEIA HOJE ENTRE SEUS FAMILIARES, AMIGOS E DESCONHECIDOS. Paz e Bem. Conta uma antiga lenda que três cedros nasceram numa linda floresta do Líbano. Como os cedros levam muito tempo para crescer, estas árvores passaram séculos observando a vida, a morte, a natureza e os homens. Nesse período, presenciaram a chegada de uma expedição de Israel, enviada por Salomão; mais tarde, viram a terra coberta de sangue durante as batalhas com os assírios. Conheceram Jezabel e o profeta Elias - inimigos mortais. Assistiram a invenção do alfabeto; se deslumbraram com as caravanas que passavam, cheias de tecidos coloridos... E, em um belo dia, decidiram conversar sobre o futuro. - Depois de tudo o que tenho visto, disse a primeira árvore, quero ser transformada no trono do rei mais poderoso da terra. - Eu gostaria de ser parte de algo que transformasse para sempre o Mal em Bem, comentou a Segunda. - Por meu lado, eu queria que toda as vezes que olhassem para mim, pensassem em Deus, respondeu a terceira. Algum tempo se passou e apareceram os lenhadores. Os cedros foram derrubados e um navio os carregou para longe. Cada uma daquelas árvores tinha um desejo, mas nem sempre a realidade leva em conta os sonhos. O primeiro cedro, foi usado na construção de um abrigo para animais, e suas sobras serviam para apoiar feno. O segundo, virou uma mesa muito simples. O terceiro, não encontrou compradores, foi cortado e armazenado em uma cidade grande. Apesar de felizes, as árvores lamentavam seu destino: "nossa madeira era boa e ninguém encontrou algo de belo para usá-la". Tempos mais tarde, numa noite cheia de estrelas, um casal que não conseguia encontrar refúgio resolveu passar a noite no estábulo, construído com a madeira do primeiro cedro. A mulher, em trabalho de parto, deu a luz ali mesmo, colocando seu filho entre o feno e a madeira que o apoiava. Naquele momento a primeira árvore entendeu que seu sonho tinha sido cumprido: ali estava o maior de todos os reis da Terra. Anos mais tarde, numa casa modesta, vários homens sentaram-se em torno da mesa feita com a madeira do segundo cedro. Um deles, antes que todos começassem a comer, disse algumas palavras sobre o pão e o vinho que tinha diante de si. Nesse instante, a segunda árvore entendeu que ela sustentava não apenas um cálice e um pedaço de pão, mas a aliança entre o homem e a Divindade. No dia seguinte, retiraram dois pedaços do terceiro cedro e fizeram uma cruz, que ficou jogada em um canto. Horas depois, um homem ferido a carregou nos ombros até um monte, onde foi cravado em seu lenho. Horrorizado, o terceiro cedro lamentou a herança bárbara que a vida lhe deixara. Porém, antes que três dias decorressem, a terceira árvore entendeu seu destino: o homem que ali estivera pregado era agora a Luz que tudo iluminava. A cruz feita com sua madeira tinha deixado de ser um símbolo de tortura, para transformar-se em sinal de vitória. Como sempre acontece com os sonhos, os três cedros do Líbano tinham cumprido o destino que desejavam, mas não da maneira que imaginavam.
 
FIZ ESSA LEITURA EM VÁRIAS REUNIÕES QUE ORGANIZEI.VALE A PENA LER NOVAMENTE.
AOS MEUS POUCOS LEITORES,UM FELIZ E SANTO NATAL.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

ESTATUTO DE NATAL.....

Estatuto de Natal

Alguém, que eu não sei quem é, teve a ideia de compor um Estatuto de Natal. É uma boa reflexão.

Art. I: Que a estrela que guiou os Reis Magos para o caminho de Belém, guie-nos também nos caminhos difíceis da vida.

Art. II: Que o Natal não seja somente um dia, mas 365 dias.

Art. III: Que o Natal seja um nascer de esperança, de fé e de fraternidade.
Parágrafo único: Fica decretado que o Natal não é comercial e sim, espiritual.

Art. IV: Que os homens, ao falarem em crise, lembrem-se de uma manjedoura e uma estrela, que como bússola, apontem para o Norte da Salvação.

Art. V: Que no Natal, os homens façam como as crianças: deem-se as mãos e tentem promover a paz.

Art. VI: Que haja menos desânimos, desconfianças, desamores, tristezas. E mais confiança no Menino Jesus.
Parágrafo único: Fica decretado que o nascimento de Deus Menino é para todos: pobres e ricos, negros e brancos.

Art. VII: Que os homens não sigam a corrida consumista de "ter", mas voltem-se para o "ser", louvando o Seu Criador.

Art. VIII: Que os canhões silenciem, que as bombas fiquem eternamente guardadas nos arsenais, que se ouça os anjos cantarem Glória a Deus no mais alto dos céus.
Parágrafo único: Fica decretado que o Menino de Belém deve ser reconhecido por todos os homens como Filho de Deus, irmão de todos!

Art. IX: Que o Natal não seja somente um momento de festas, presentes.

Art. X: Que o Natal dê a todos um coração puro, livre, alegre, cheio de fé e de amor.

Art. XI: Que o Natal seja um corte no egoísmo. Que os homens de boa vontade comecem a compartilhar, cada um no seu nível, em seu lugar, os bens e conquistas da civilização e cultura da humildade.

Art. XII: Que a manjedoura seja a convergência de todas as coordenadas das ideias, das invenções, das ações e esperanças dos homens para a concretização da paz universal.

Parágrafo único: Fica decretado que todos devem poder dizer, ao se darem as mãos: - FELIZ NATAL!

sábado, 21 de dezembro de 2013

PAPAI NOEL E SÃO NICOLAU........

São Nicolau, inspirador do Papai Noel, existiu mesmo?

Sim, o Papai Noel, a alegria das crianças, foi inspirado num verdadeiro santo da Igreja, São Nicolau. Como surgiu essa tradição? São Nicolau, Bispo de Mira, viveu na Turquia, morreu em 324. São João Damasceno (†749), doutor da Igreja, de Constantinopla, fez o seguinte elogio a São Nicolau: "Todo o universo tem em ti um pronto auxílio nas aflições, um encorajamento nas tristezas, uma consolação nas calamidades, um defensor nas tentações, um remédio salutaríssimo nas enfermidades".

São Nicolau era jovem quando ficou órfão de pai e mãe, e herdou deles uma imensa fortuna que usou para fazer muita caridade. Dai veio a figura lendária do Papai Noel, depois modificado pelo mercado.

Um dia Nicolau, soube de três moças pobres que iam se tornar prostitutas, porque o pai não tinha meio de casá-las dignamente. Nicolau foi, então, de noite, e jogou para dentro do quarto do pai delas uma bolsa com moedas de ouro. Poucos dias depois, ele casava a filha mais velha dignamente. Nicolau repetiu o gesto e, assim casou a segunda filha. Antes dele atirar pela terceira vez o dinheiro no quarto do pai das moças, foi descoberto pelo homem, que lançou-se aos pés de Nicolau, chorando de arrependimento e gratidão. Desde então, não se cansou de espalhar por toda parte o que ele tinha feito. Tornou-se o santo da caridade.

Uma vez Nicolau embarcou em um navio e avisou ao comandante que teriam violenta tempestade pela frente; mas o marinheiro o desprezou. A tempestade veio, e tão forte que todos acreditavam que iam morrer. Quando souberam que um passageiro havia previsto o que estava acontecendo, correram para ele, pedindo socorro. Nicolau rogou a Deus, e logo cessou a tempestade, acalmou-se o mar e o sol apareceu resplandecente... Tornou-se, assim, o patrono dos marinheiros, que o invocam nos momentos de perigo.

São Boaventura (†1234), bispo e doutor da Igreja, conta que em uma hospedagem o dono havia assassinado dois estudantes para ficar com o dinheiro deles. Horrorizado, São Nicolau ressuscitou os jovens e converteu o assassino. Outro milagre dele é narrado no dia em que foi sagrado Bispo de Mira. Ressuscitou o filho de uma mulher que tinha caído no fogo e morrera.

Em alguns países da Europa, é costume as pessoas trocarem presentes no dia de sua festa, 6 de dezembro e também no Natal. Portanto, é um grande santo cuja intercessão devemos pedir em nossas necessidades.

OS DOIS FRANCISCOS.....


  • JCNET - 19/12/13 05:00 - Tribuna do Leitor
    Os Dois Franciscos
    Houve um homem que se chamava Francisco. Era de Assis, cidade da Itália. Desde jovem, após curtir certas vaidades inerentes à educação de uma família rica, gostava de vestir-se bem, de montar aparatosos cavalos. Mas, um dia, ao visitar a igreja de Porciúncula, uma luz iluminou-lhe o coração e sentiu que precisava voltar-se inteiramente a Deus.

    Entregou-se mais à oração, sentiu que devia deixar suas vaidades, e percebeu que as ilusões do mundo não podiam dar-lhe felicidade. O pai não apreciou esta mudança. Desentenderam-se, o pai o deserdou, e ele disse: “Doravante, contarei com o Pai que tenho no céu”.

    Depôs as roupas ricas, desfez-se dos cavalos pomposos, vestiu-se de um hábito grosseiro de frade, e caminhava de pés descalços, esmolando de porta em porta o seu pão, embora fosse o filho de um rico comerciante de Assis.

    Este Francisco tanto amou a Cristo, que este, dizem, um dia, desprendeu-se da cruz, para dar-lhe um abraço. Ele não sonhava ter o nome projetado na história. Todos o chamavam Santo. Era São Francisco, e não se julgava Santo!

    Não foi Bispo, não foi Cardeal, nem Papa. Nem Padre quis ser, ficou simples Diácono, para servir aos irmãos. Despojado, escondeu-se numa gruta, para contemplar somente a Deus. Amou tanto a Cristo Crucificado, que este lhe marcou as mãos e os pés e o lado com os estigmas das benditas chagas e ele assimilou-se a Cristo em sua dolorosa Paixão.

    Grande este Francisco! Dado à extrema pobreza deixou um rastro na história. Sua influência marcou séculos. Atraiu gerações de jovens para se consagrarem a Deus na Ordem Franciscana. Ele não foi pregar missões no Japão nem noutras partes do mundo. Mas lembrou Cristo Crucificado ao mundo inteiro. Não foi Francisco Xavier, foi somente Francisco de Assis. Não pregou pela eloqüência da palavra, mas pela pobreza da vida.

    Certo dia, no começo de sua conversão, rezando numa velha igreja, ouviu esta ordem: “Francisco, reconstrói a minha Igreja”. Saiu, então, a esmolar para construir a igreja de Porciúncula, onde fazia suas preces. Mas não era isto que Deus queria.

    “Francisco, reconstrói minha Igreja!”, era uma ordem, porém muito mais um presságio: ele devia mudar a face da Igreja em seu tempo, dando-lhe o esplendor da pobreza de Cristo.

    Parece-me que Deus quer uma nova face de simplicidade, de humildade, de pobreza, seja o novo rosto da Igreja nos novos dias, que começaram a partir da renúncia do Papa Bento XVI.

    E por isso o Espírito Santo conduziu ao trono pontifício um Papa que escolheu o nome de Francisco, nome que nunca um Papa se lembra de escolher. E precisamente um jesuíta, vez primeira na Igreja escolhido para este múnus apostólico, foi que preferiu denominar-se Papa Francisco.

    Não seria, segundo desígnio da Providência, uma nova era que desponta na Igreja? Insondável escolha do Senhor desvenda para a grande família de Deus o início de uma nova história.

    Francisco, o novo Papa, o único com este nome na extensa história de milênios, inicia – queira o Bom Deus! – a nova fase histórica da Igreja pobre, simples, humilde e santa. Dois Franciscos, ambos primeiros: o de Assis e o Papa Francisco iguais no nome, iguais na missão de “reconstruir a Igreja do Senhor”.

    “Francisco, reconstrói a minha Igreja!” – repete o Senhor ao Cardeal Jorge Maria Bergoglio, eleito aos 76 anos, e que se chama agora Francisco, e é o primeiro Francisco a assumir o Sumo Pontificado. Que o Senhor lhe dê longa vida e o faça feliz em seu Pontificado!

    Prof. Gino Crês

    Assessoria de Comunicação - SCJ - Celia Lopes e Cristiane Massad