CENA LINDA! ESSE CACHORRINHO PARTICIPOU DA SANTA MISSA E DA PROCISSÃO DE CORPUS CHRISTI...
ONTEM,DIA DE CORPUS CHRISTI,ESPECIAL PARA OS CRISTÃOS CATÓLICOS,DIA EM QUE JESUS ESUCARÍSTICO PASSEIA POR ENTRE A MULTIDÃO DE FIÉIS,ACONTECEU UM FATO QUE CHAMOU MINHA ATENÇÃO.
DURANTE A SANTA MISSA,CELEBRADA NO ALTAR, MONTADO EM CIMA DE UM TABLADO NA ESCADARIA DA IGREJA SANTA TEREZINHA,TODO REVESTIDO COM TECIDOS DE SEDA E RENDAS BRANCA,MUITO BEM DECORADO COM ROSAS E OUTRAS BELAS FLORES,EIS QUE SURGE UMA CRIATURA DE DEUS,LINDA,COR DE MEL DE OLHARES FIXOS NO ALTAR NOS INTERVALOS DE SUAS CHACOALHADAS...UMA LINDA CACHORRA DE PORTE MÉDIO,ALÍ,NO ALTO,PRESTANDO ATENÇÃO A TUDO
.AO REDOR,PADRES ,DIÁCONOS E SEMINARISTAS. BASTOU A SUA PRESENÇA PARA QUE VÁRIOS ROSTOS JÁ DEMONSTRASSEM SEUS SORRISOS. ELA SUBIA,DESCIA E SUBIA NOVAMENTE.
DURANTE TODA A PROCISSÃO A CAHORRINHA ACOMPANHOU O SANTÍSSIMO E FOI ATÉ A CATEDRAL,ONDE RECEBERÍAMOS A BÊNÇÃO FINAL.POIS ALÍ ELA FICOU ATÉ TUDO TERMINAR.
NA EXPECTATIVA DE COMO VIRIA EMBORA ,ACABEI ME DISTRAINDO E NÃO VI PARA ONDE ELA FOI.
EM ÉPOCA DE PAPA FRANCISCO,NADA MAIS OPORTUNO QUE UMA CENA LINDA,SIMPLES E REPLETA DE SIGNIFICADO.UM ANIMALZINHO ESTEVE PRESENTE NUMA DAS CERIMÔNIAS MAIS IMPORTANTES DA IGREJA ,ENQUANTO PESSOAS QUE SE CONSIDERAM FIÉIS,SIQUER SE DERAM O TRABALHO DE APARECER PARA UMA PROCISSÃO DE PRECEITO E TÃO IMPORTANTE COMO A PRESENÇA REAL DE JESUS EUCARÍSTICO NO MEIO DO POVO.
ENQUANTO ALGUNS APRESENTADORES DESENTENDIDOS E MAL INFORMADOS RELATAM O " SÍMBOLO DE JESUS" NA HÓSTIA CONSAGRADA,DESCONHECENDO TOTALMENTE A REAL PRESENÇA DELE ALÍ NAQUELE PEDAÇO DE PÃO ,UMA HUMILDE CACHORRINHA SE FAZ PRESENTE ENCANTANDO A TODOS QUE POSSUEM A SENSIBILIDADE DO AMOR AOS ANIMAIS.
EU AMEI DE PAIXÃO.......VOLTEI PARA CASA ,FELIZ POR TER RECEBIDO JESUS DENTRO DE MIM,POR TER RECEBIDO ABRAÇOS DE PESSOAS QUERIDAS E AMADAS E POR TER RECEBIDO MAIS ESSE PRESENTE DE DEUS EM MINHA VIDA.
JESUS,EU TE AMO! EU QUERO AMAR CADA DIA MAIS CADA CRIATURA SUA QUE O SENHOR COLOCAR EM MINHA VIDA.
( NÃO SEI SE ERA MACHO OU FÊMEA,MAS SEI QUE ERA O AMOR VIVO ...PEÇO DESCULPAS PELOS ERROS MAS MESMO ERRANDO,NÃO PODERIA DEIXAR DE RELATAR ESSA MARAVILHA. SUELI G. ROSSETTO)

![O peso que a gente leva.. texto de Pe. @[100004647402080:2048:Fábio de Melo]
Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?
As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?
Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.
É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.
E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.
É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.
Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias... Hospitais, asilos, internatos...
Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.
Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.](http://sphotos-g.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-frc3/q77/s480x480/970085_313681445431892_11185080_n.jpg)






![13 de maio de 1917. Lúcia de Jesus, 10 anos, Francisco Marto, 9 anos e Jacinta Marto, 7 anos, após a Missa na igreja de Aljustrel, lugarejo de Fátima, foram pastorear o rebanho de ovelhas nas terras do pai de Lúcia, na Cova da Iria.
Após um como que clarão de relâmpago, num céu luminoso e sereno, sobre uma carrasqueira de metro e pouco de altura apareceu-lhes a Mãe de Deus.
Segundo as descrições da Irmã Lúcia, era “uma Senhora vestida toda de branco, mais brilhante que o sol, espargindo luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente”. Seu semblante era de uma inenarrável beleza, nem triste, nem alegre, mas sério, talvez com uma suave expressão de ligeira censura. Como descrever em pormenores seus traços? De que cor os olhos, os cabelos dessa figura celestial? Lúcia nunca o soube dizer ao certo!
O vestido, mais alvo que a própria neve, parecia tecido de luz. Tinha as mangas relativamente estreitas e era fechado no pescoço, descendo até os pés, os quais, envolvidos por uma tênue nuvem, mal eram vistos roçando as franças da azinheira. Um manto lhe cobria a cabeça, também branco e orlado de ouro, do mesmo comprimento que o vestido, envolvendo-lhe quase todo o corpo. “As mãos, trazia-as juntas em oração, apoiadas no peito, e da direita pendia um lindo rosário de contas brilhantes como pérolas, terminando por uma cruzinha de vivíssima luz prateada. [Como] único adereço, um fino colar de ouro-luz, pendente sobre o peito, e rematado, quase à cintura, por uma pequena esfera do mesmo metal”
Nesta primeira aparição, Nossa Senhora pede aos 3 pastorinhos que venham seis meses seguidos, no dia 13, à mesma hora. E diz que ainda viria uma sétima vez.
“Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de suplica pela conversão dos pecadores?
À resposta afirmativa das crianças, Ela acrescentou: “Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto”.
Foi ao pronunciar estas últimas palavras (‘a graça de Deus…’, etc.), que abriu pela primeira vez as mãos, comunicando-nos uma luz tão intensa, como que reflexo que delas expedia, que nos penetrava no peito e no mais íntimo da alma, fazendo-nos ver a nós mesmos em Deus, que era essa luz, mais claramente do que nos vemos no melhor dos espelhos. Então, por um impulso ín¬timo, também comunicado, caímos de joelhos e repetíamos intimamente: ‘Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento’.
Passados os primeiros momentos, Nossa Senhora acrescentou: ‘Rezem o Terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra’.
E Nossa Senhora se elevou serenamente, subindo em direção ao nascente, até desaparecer no Céu.
A celeste Mensageira havia produzido nas crianças uma deliciosa impressão de paz e de alegria radiante, de leveza e liberdade. Parecia-lhes que poderiam voar como os pássaros. De tempos em tempos, o silêncio em que tinham caído era cortado por esta jubilosa exclamação de Jacinta:
- Ai! que Senhora tão bonita! Ai! que Senhora tão bonita!
Nas aparições, a Virgem Santíssima falou apenas com Lúcia, Jacinta só ouvia o que Ela dizia e Francisco não A ouvia mas apenas via.](http://sphotos-h.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-prn1/s480x480/922881_441343739231196_638044059_n.jpg)



